KURT COBAIN FARIA HOJE 52 ANOS, COMO SERIA SE ESTIVESSE VIVO?

Kurt morreu na cidade de Seattle em 1994

Kurt Cobain líder do Nirvana nos deixou aos 27 anos após cometer suicídio, muitas histórias polêmicas vieram após a morte, alguns dizem que foi arte da sua esposa Courtney Love pra poder ficar com os bens do marido que no momento estava no auge da carreira. Enfim, isso todo mundo já sabe, agora o que as vezes pensamos é como seria se ele estivesse entre nós.

Sei lá, talvez o Nirvana nem existiria mais, Kurt vivia incomodado com a fama e se resolvesse continuar vivo acho que iria preferir sair dos holofotes, talvez uma carreira solo apenas lançando discos sem sair pra rua, ou tivesse montado uma outra banda com uma sonoridade totalmente diferente, ou apenas viver de boa em uma casa de campo.

Kurt foi um dos últimos ícones do Rock, entrou pro clube dos 27 junto com Jimi Hendrix, Brian Jones, Janis Joplin entre outros. O que a gente acaba pensando é: será que o Foo Fighters iria existir se Kurt estivesse vivo? Dave Grohl acabou se tornando um cara importantíssimo no rock atual depois que foi para os vocais, e sua banda uma das maiores do planeta. E aí? A verdade é que não dá pra saber é nada dessa vida doida memo fala ae.

BURNING MACHINES: SONORIDADE DOS ANOS 90 COM O PÉ NA PORTA DE 2019

A banda Burning Machines formada em 2018 na poluída cidade de Santa Gertrudes, interior de São Paulo, está prestes a lançar seu primeiro EP. O disco contará com 6 músicas autorais, duas delas já foram lançadas nas principais plataformas digitais.

Capa do primeiro EP da banda Burning Machines

Segundo a banda, as músicas que irão compor esse disco tratam de questões filosóficas e dramas existenciais, e nós humanos, assim como um fósforo aceso, nos consumimos por inteiro com pensamentos e atitudes até o fim de nossas vidas, além de colocar o dedo na ferida sobre a poluição que acaba com os pulmões da população através das indústrias cerâmicas existentes na cidade que já ganhou o título de mais POLUÍDA DO BRASIL

“No More Hiding” e “The Devil´s On My Door”, os dois singles já lançados, deixaram os fãs dos rock alternativo e dos grunge mais clássico de boca aberta, as influências estão na cara mas a naturalidade que os sons evoluem é o que chama atenção.
Na década de 90 tivemos uma banda do interior de SP também, chamada KILLING CHAINSAW  que obteve uma notoriedade em escala nacional com o disco Slim Fast Formula, mas de lá pra cá pouco vimos alguém se destacar com essa sonoridade de rock noventista, tirando o finado DIESEL .

Bom, pela qualidade, Burning Machines tem tudo pra despontar e alcançar os ouvidos carentes de música boa. Ouça os singles clicando AQUI

Greta Van Fleet desbanca Alice in Chains no Grammy 2019

A novata banda que está dando o que falar por aí por causa da sua semelhança com o lendário Led Zeppelin desbancou bandas como Alice in Chains, Weezer, Ghost e Fall Out Boy no Grammy de 2019.

A banda levou o caneco de Melhor Álbum de Rock com seu EP “From the Fires” lançado em 2017 e muita gente torceu o nariz com isso.Levando em conta a comparação som a sonoridade do Zeppelin, a banda de Page e Plant nunca conquistou o feito com um disco de estúdio.

O aclamado disco “Rainier Fog” lançado ano passado pelo Alice in Chains estava cotado como favorito pelo público e mais uma vez o prêmio escapou das mãos do grupo de Seattle.

Você pode ouvir o último disco do Alice in Chains clicando aqui

MAROON 5 DESAFIADO

O show do intervalo do Super Bowl deu o que falar!

Primeiro a tradicional coletiva de imprensa que é dada pela atração do show do intervalo do Super Bowl foi cancelada, e agora Roger Waters se manifestou publicamente, “desafiando” o Maroon 5 e seus convidados Travis ScottBig Boi a se ajoelharem como Colin Kaepernick durante seu show:


Eu os desafio a se ajoelharem como solidariedade a Colin Kapernick, e fazê-lo por cada criança morta a tiros nas perigosas ruas, fazê-lo por cada mãe e cada pai, cada irmão e cada irmã desolados.

A NFL, liga de futebol americano nos Estados Unidos teve problemas para conseguir a atração desse ano já que vários dos artistas convidados se recusaram a participar da festa.

Isso porque os músicos estavam ficando ao lado de Colin Kaepernick, jogador de futebol americano que iniciou uma série de protestos ao se ajoelhar durante a execução do hino nacional dos EUA antes dos jogos.

A atitude era uma forma de mostrar que Colin e vários de seus colegas estavam ao lado de amigos e familiares de cidadãos negros que foram mortos pela polícia brutalmente.

Roger Waters desafia Maroon 5 no Super Bowl